Utilização de diferentes níveis de levedura (Saccharomyces cerevisiae) em dietas e seus efeitos no desempenho, rendimento da carcaça e gordura abdominal em frangos de cortes

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  Utilização de diferentes níveis de levedura ( Saccharomyces cerevisiae)   em dietas e seus efeitos no desempenho,rendimento da carcaça e gordura abdominal em frangos decortes Josefa Deis Brito Silva 1 , Adriana Guim 2 , Ludmila da Paz Gomes da Silva 1 , IanglioMarcio !D! Jacome 1 , Ale"andre #ernandes Gal$o 1 , Morgana Maria Almeida 1  e %iviane&liveira Pereira 1 1 Departamento de Zootecnia, Universidade Federal da Paraíba, 58397-000, reia, Paraíba, !rasil" #  Departamento deZootecnia, Universidade Federal $%ral de Pernamb%co, $eci&e, Pernamb%co, !rasil" '%tor para correspond(ncia" e-mail) *osdeisbrito+bol"com"br  RESUMO.  O objetivo deste trabalho foi estudar o desempenho, o rendimento de carcaça, agordura abdominal de frangos de corte alimentados com diferentes níveis de levedura (Saccharomyces cerevisiae).  Utilizaram-se 288 pintos de um dia, distribuídos emdelineamento de blocos casualizados, fatorial 32! "3 níveis levedura - #$% &$ e '#$ e doisseos(, ) repetiç*es, '2 aves por parcela! +o houve efeito significativo para o desempenhode frangos de corte com a incluso de levedura na dieta at os 2' dias de idade, porm, nafase de engorda, no nível de '#$ houve uma piora no ganho de peso e na conversoalimentar, concluindo-se .ue a incluso de '#$ de levedura (Saccharomyces cerevisiae) /sdietas de frango de corte afetou o desempenho, mas no foram afetados o rendimento dacarcaça e a gordura abdominal! Palavras-chave:  aves, frango de corte, carcaça, nutriço, performance! ABSTRACT.   Use of different levels of yeast (  Saccharomyces cerevisiae and its effects! on carcass and a"do#inal fat in "roilers.  0he objective of this1or 1as to stud performance, carcass ield and abdominal fat of cut chicens fed 1ithdifferent east levels " Saccharomyces cerevisiae (! 288 one-ear-old chicens 1ere used,distributed in an outline of randomized blocs, factorial 32, "3 east levels - #$% &$ and'#$ and t1o sees(, four repetitions, '2 birds per portion! 0here 1as not an significanteffect on the performance of cut chicens 1ith the east inclusion in the diet until 2' das of age, ho1ever, in the fattening phase on the level of '#$, there 1as a 1orsening in 1eightearnings and in feeding conversion! 4t the end, the inclusion of '#$ of east" Saccharomyces cerevisiae ( to in diets of cut chicen affected the performance! 5o1ever, thecarcass ield and the abdominal fat 1ere not affected! $ey %ords:  broilers, poultr, carcass, nutrition, performance! Introdução 4 avicultura moderna fornece, atualmente, a principal fonte de proteína animal com preços maisacessíveis para a alimentaço humana! O 6rasilapresenta um potencial produtivo incontest7vel,entretanto os produtores esto buscando aumentar seus lucros, diminuindo os custos principalmente coma raço, j7 .ue a alimentaço das aves representa &$a 9&$ do custo total do .uilograma da carne avícola!O milho e a soja so os ingredientes .ue maiscontribuem para a elevaço de custos, pois constituemaproimadamente 9#$ da composiço das dietas dasaves!:evido /s oscilaç*es constantes nos preços dessasmatrias-primas, os pes.uisadores esto buscandoestudar a viabilidade de introduzir, na alimentaçodas aves, novas alternativas, como, por eemplo, alevedura de vinhaça " Saccharomyces cerevisae (, a.ual  proveniente da destilaço e da centrifugaço do7lcool de cana-de-aç;car! 4 sua composiço .uímicarevela um teor relativamente alto de proteína de boa.ualidade, estando entre as melhores fontes de proteína de srcem vegetal "<oraes et al  !, '==9(! > sabido .ue o ?ito econ@mico depende, dev7rios fatores, dentre os .uais da oferta de produçocom .uantidade e .ualidade e do barateamento doscustos, e, .uando possível, da utilizaço de matria- prima local disponível, daí a necessidade deaproveitamento de subprodutos, principalmenteoriundos da cana-de-aç;car, j7 .ue o 6rasil tem umgrande potencial produtivo para essa cultura! 4cta Acientiarum! 4nimal Aciences<aring7, v! 2&, no! 2, p! 28&-2=', 2##3  O desafio dos pes.uisadores  estudarem autilizaço e a viabilidade de subprodutos eingredientes no convencionais na alimentaço dasaves, como a levedura " Sacchoromyces cerevisiae (.ue um subproduto proveniente da destilaço e dacentrifugaço do 7lcool de cana de aç;car e apresentaum teor relativamente alto de proteína de boa.ualidade "<oraes et al  !, '==9(!Bistem, entretanto, variaç*es entre a .ualidade dasdiferentes leveduras, o .ue leva os nutricionistas aterem cautela .uanto ao nível m7imo de incluso naraço "<oreira et al  !, '==)(! 4 levedura" Saccharomyces cerevisiae)    um subproduto produzido por diferentes processamentos e emdiferentes usinas de 7lcool, portanto, a sua composiço bastante vari7vel devido a esses fatores! +a literatura,h7 v7rios trabalhos de pes.uisa sobre a composiço dalevedura!4 composiço da levedura, de acordo com aBmbrapa "'=='(,  a seguinteC Bnergia bruta)#=2calDg% Bnergia digestível para suínos33&calDg% Bnergia metaboliz7vel para suínos3'&#calDg% Bnergia metaboliz7vel para aves2=)9calDg% Eroteína bruta 3',3=$% Eroteínadigestível para suínos 2),3)$% Btrato etreo #,99$%Fibra bruta #,='$% matria mineral =,22$% G7lcio#,9)$% FHsforo total #,2$% Ferro 29'),98mgDg%Iinco 9=,99mgDg!Os resultados da an7lise .uímica da levedurarealizada por <oreira et al  ! "'==8(, foram os seguintesCmatria seca =3,='$% proteína bruta 32,32$% matriamineral '#,')$% fHsforo ',23$% c7lcio #,23$% lisina2,22$% metionina #,&'$% cistina #,')$!Jun.ueira et al  ! "'=98(, estudando os efeitos dalevedura seca na alimentaço de pintos de corte,mostraram no haver diferença significativa entre ostratamentos-testemunha e os com adiço de $ e =$,toda via, as aves .ue receberam raço com 3$ delevedura apresentaram ganho de peso estatisticamentesuperior com relaço / converso alimentar e aoconsumo de alimento! J7 <endes et al  ! "'=82(,utilizando a levedura seca na alimentaço de frangosde corte, constataram .ue o nível de '#$ apresentouuma melhor converso alimentar! 0rabalhando comlevedura seca de 7lcool nos níveis de #$, '#$, 2#$e 3#$ na raço de frangos de corte at os 28 dias deidade, Eezzato et al  ! "'=82( concluíram .ue o nível de'#$ de levedura seca de 7lcool apresentou umamelhor converso alimentar "',)9( como tambm ummelhor peso mdio, 9&&,8g!4valiando a incluso de #$, &$, '#$, '&$ e2#$ de levedura de vinhaça e de '&$ de levedura derecuperaço na raço de frangos de corte do ' o  ao )2 o dia de vida, <uraami et al  ! "'==3( concluíram .ue aincluso de levedura de vinhaça /s dietas em nívelsuperior a '#$ prejudica o ganho de peso e aconverso alimentar, obtendo um ganho de pesomdio de ')39,2)g e uma converso alimentar de2,'& para o tratamento com '#$ de levedura!Uma das grandes preocupaç*es das companhias produtoras de linhagens de aves  o melhoramento da.ualidade da carcaça de frangos de corte,especialmente na reduço da gordura abdominal! 4deposiço da gordura  influenciada por fatoresgenticos, ambientais e nutricionais, os .uais foram pes.uisados por <endes et al  ! "'=8'( e Ailva et al  !"'=82(!Aegundo <endes "'=8=(, os fatores principais .ueafetam o rendimento de carcaça soC linhagem, seo, peso de abate, jejum antes do abate, .uantidade degordura da carcaça e nutriço! Kuanto /scaracterísticas ligadas ao seo, sabe-se .ue as f?measapresentam uma maior porcentagem de gorduraabdominal, peito e asas, en.uanto os machos sosuperiores em coas, patas e dorso! 4ves mais pesadas apresentam um rendimento de carcaça maior .ue aves mais leves! Lsso est7 relacionado ao peso proporcionalmente menor do aparelho digestivo dasaves mais pesadas, sendo uma característica do pesode abate!<endes et al  ! "'=82(, avaliando o efeito dalinhagem sobre o rendimento de carcaça de frangosde corte, observaram .ue as f?meas apresentarammaior rendimento de carcaça eviscerada, peito egordura abdominal .ue os machos, en.uanto .ueestes foram superiores em coas, pata e cabeça! 6ernal e 6aio "'==&(, trabalhando com raç*esisoproticas e isocalHricas sobre o desempenho e teor de gordura na carcaça de frangos de corte nas fasesinicial, engorda e final, encontraram uma mdia deganho de peso de 228# para os machos e '=38 para asf?meas, com uma converso alimentar de ',=' e ',=8 para os machos e para as f?meas, respectivamente!:e acordo com o eposto, o objetivo destetrabalho foi estudar o desempenho, o rendimento decarcaça e a gordura abdominal de frangos de cortealimentados com diferentes níveis de levedura (Saccharomyces cerevisae). Material e métodos O trabalho eperimental foi conduzido no Aetor de4vicultura do :epartamento de Iootecnia do Gentrode Gi?ncias 4gr7rias da Universidade Federal daEaraíba, Gampus LLL, 4reia - Earaíba! Foi utilizado umlote de 288 frangos de corte, metade macho e metadef?mea, da linhagem Moss, os .uais foram alojadoscom um dia de idade, por um período de )2 dias! O delineamento utilizado foi o de blocos ao acaso,fatorial 32 "3 níveis de levedura - #$ &$ e '#$ edois seos( com ) repetiç*es e '2 aves por parcela! 4saves foram alojadas em baterias eltricas nas fasesinicial "'-2' dias( e em gaiolas at a fase final, aos )2dias de idade! 4s dietas foram isocalHricas eisoproticas com 2=2#caLDg, 3#&#caLDg e 4cta Acientiarum! 4nimal Aciences<aring7, v! 2&, no! 2, p! 28&-2=', 2##3 3#  3'&#caLDg de energia metaboliz7veL e 2'$, '=$ e'8$ de proteína nas fases inicial, engorda e final,respectivamente! Foram avaliados as vari7veis dedesempenho, ganho de peso "NE(, o consumo de raço"GM( e a converso alimentar "G4( e, em relaço /carcaça, foram avaliados o rendimento da carcaça e agordura abdominal! Foram feitas as an7lises davarincia utilizando-se o Aistema de 4n7lise Bstatística- BA040 "'==(, desenvolvido na FG4P - Jaboticabal!O teste de 0ue foi utilizado para comparaço dasmdias "Aampaio, '==8(!4s raç*es eperimentais foram formuladasutilizando-se os seguintes ingredientesC milho farelode soja, Hleo vegetal, calc7rio, fosfato bic7lcico, sal,amino7cidos sintticos, sulfato de cobre, suplementomineral e vitamínico! 4s dietas foram isoproticas eisocalHricas! Eara cada fase, foram incluídos os níveisde levedura estudados! 4s raç*es, atendendo /seig?ncias nutricionais dos frangos de corte, deacordo com a +MG "'==)(, so mostradas nas0abelas ', 2 e 3!  +o QaboratHrio de +utriço e 4n7lise de4limentos do :epartamento de Iootecnia do Gentrode Gi?ncias 4gr7rias da Universidade Federal daEaraíba, foi feita a an7lise bromatolHgica daQevedura, apresentando os seguintes resultadosC proteína bruta 2&,82$% etrato etreo #,99$% fibra bruta 2,'3$% matria seca 89,8$% cinzas '2,2&$ ematria orgnica 89,9&$, analisadas pelo mtodo deReende, descrito por Ailva "'==#(!4s dietas foram calculadas pelo programa linear  para raç*es de custo mínimo AUEBMGM4G "'==3(!Os tratamentos foram os seguintes, para ambos osseosC 0ratamento 'C :ieta basal S #$ de Qevedura"QP(% 0ratamento 2C :ieta basal S &$ de QP%0ratamento 3C :ieta basal S '#$ de QP! 4o chegarem, os pintos passaram por uma seleçoe pesagem e, logo apHs, foram distribuídos em suas parcelas, com separaço de seo!Os pintos foram pesados e distribuídosaleatoriamente em baterias tipo 6rasília, com 2)divis*es, compostas de comedouro, de bebedouros ede bandejas met7licas com a.uecimento prHprio,atravs de sistema eltrico! +o 2' o  dia de idade, osfrangos foram transportados para as gaiolas de aramegalvanizado, permanecendo nelas at o trmino doeperimento! 4s aves foram devidamente vacinadasaos '# dias de idade, por via ocular, contra a doençade <are e Numboro! Ta"ela &.  Gomposiço percentual e .uímica calculada dasraç*es na fase inicial  Ingredientes Lnicial#$&$'#$<ilho2,#2,'=',3'Farelo de soja3),'28,9=2),2&Fosfato bic7lcico',='2,##2,'8Galc7rio',#&',#)#,=9Aal#,3##,3##,3#:l-<etionina#,3##,3##,3#Qisina "5Gl(#,'##,#&#,#&<ineral-aves ' #,#&#,#&#,#&Aulfato de cobre#,#)#,#)#,#)Pitamina-aves 2 #,#3#,#3#,#3Qevedura#,##&,2'#'#,)2#0otal'##!###'##!###'##!###Palores Galculados 3 CG7lcio "$(#,=9#,=9#,=9Bnergia metaboliz7vel calDg2=2#2=2#2=2#FHsforo total#,92#,92#,92FHsforo disponível "$(#,)#,)#,)Qisina "$(','=','',')<etionina S cistina "$(#,=2#,=2#,=2<etionina "$(#,&9#,&9#,&9Eroteína "$(2',##2',##2',## '! <ineral 4vesC mangan?s '&#,###mg, zinco'##,###mg, ferro, '##,###mg, cobre'##mg, ido '&##mg% 2! Pitaminas 4vesC Pit! 4 )####!###UL% Pit! :3 8!###,###UL% PitB '##!###UL% Pit T3 !###,###mg% Pit! 6' ###,###mg% Pit! 62 2#!###mg% Pit! 6'2!###mg% :-Eamtotemato de G7lcio )#!###mg% 6iotina 32#mg% cido FHlico 2!8##mg% +iacina '2#!###mg% Pit! 6'2 #!###mcg% Ael?nio '###mg% 3! Palores calculados com base na composiço mdia dos ingredientes encontrados na tabela da Bmbrapa, '==' Ta"ela '.  Gomposiço percentual e .uímica calculada dasraç*es na fase de engorda  Ingredientes Bngorda#$&$'#$<ilho,)9),)#2,2#Farelo de soja28,82&,'=22,''Fosfato bic7lcico',=#',=2,##Galc7rio',###,=8#,8#Aal#,3##,3##,3#:l-<etionina#,2)#,2)#,2)Qisina "5Gl(#,#2#,#=#,#<ineral-aves ' #,#&#,#&#,#&Aulfato de cobre#,#3#,#3#,#3Pitamina-aves 2 #,#3#,#3#,#3Vleo vegetal',28',28',28Qevedura#,##&,)&'#,=#0otal'##!###'##!###'##!###Palores calculados 3 CG7lcio "$(#,=3#,=3#,=3Bnergia metaboliz7vel calDg3#&#3#&#3#&#FHsforo total#,9##,9##,9#FHsforo disponível "$(#,)#,)#,)Qisina "$(',#',#',#<etionina S cistina "$(#,8&#,8&#,8&<etionina "$(#,&3#,&3#,&3Eroteína "$('=,##'=,##'=,## '! <ineral 4vesC mangan?s '&#,###mg, zinco'##,###mg, ferro, '##,###mg, cobre'##mg, ido '&##mg% 2! Pitaminas 4vesC Pit! 4 )####!###UL% Pit! :3 8!###,###UL% PitB '##!###UL% Pit T3 !###,###mg% Pit! 6' ###,###mg% Pit! 62 2#!###mg% Pit! 6'2!###mg% :-Eamtotemato de G7lcio )#!###mg% 6iotina 32#mg% cido FHlico 2!8##mg% +iacina '2#!###mg% Pit! 6'2 #!###mcg% Ael?nio '###mg% 3! Palores calculados com base na composiço mdia dos ingredientes encontrados na tabela da Bmbrapa, '==' Ta"ela .  Gomposiço percentual e .uímica calculada dasraç*es na fase final  Ingredientes Final#$&$'#$<ilho,8),=)),2'Farelo de soja2,2#2),')2#,22Fosfato bic7lcico2,2',9',9#Galc7rio','8',#3#,=&Aal#,3##,3##,3#:l-<etionina#,'2#,'2#,'2<ineral-aves ' #,#&#,#&#,#&Aulfato de cobre#,#3#,#3#,#3Pitamina-aves 2 #,#3#,#3#,#3Vleo vegetal2,'2,)32,#&Qevedura#,##&,'9'#,3)'##!###'##!###'##!###Palores calculados 3 CG7lcio "$(#,='#,='#,='Bnergia metaboliz7vel calDg3'&#3'&#3'&#FHsforo total#,3#,3#,3FHsforo disponível "$(#,)##,)##,)#Qisina "$(#,=3#,=3#,=3<etionina S cistina "$(#,9##,9##,9# 4cta Acientiarum! 4nimal Aciences<aring7, v! 2&, no! 2, p! 28&-2=', 2##3 3'  <etionina "$(#,)##,)##,)#Eroteína "$('8,##'8,##'8,## '! <ineral 4vesC mangan?s '&#,###mg, zinco'##,###mg, ferro, '##,###mg, cobre'##mg, ido '&##mg% 2! Pitaminas 4vesC Pit! 4 )####!###UL% Pit! :3 8!###,###UL% PitB '##!###UL% Pit T3 !###,###mg% Pit! 6' ###,###mg% Pit! 62 2#!###mg% Pit! 6'2!###mg% :-Eamtotemato de G7lcio )#!###mg% 6iotina 32#mg% cido FHlico 2!8##mg% +iacina '2#!###mg% Pit! 6'2 #!###mcg% Ael?nio '###mg% 3! Palores calculados com base na composiço mdia dos ingredientes encontrados na 0abela da Bmbrapa, '==' 4os 2', 3& e )2 dias, todas as aves foram pesadas,assim como a sobra da raço de cada unidadeeperimental! Foram anotado o ganho de peso, oconsumo de raço e a converso alimentar nas fasesinicial "' a 2' dias(, engorda "22 a 3& dias( e final "3a )2 dias(! Eara o estudo do rendimento da carcaça, aos )2dias de idade foi utilizada uma amostra compostas de 3machos e 3 f?meas, de cada parcela, perfazendo umtotal de 92 aves, as .uais foram identificadas com anisnas patas, pesadas e separadas das demais, a fim desubmet?-las a um jejum de 8 horas antes do abate!Foram feitos os seguintes registrosC peso vivo, peso de abate, carcaça eviscerada, ps, pescoço Scabeça, gordura abdominal, peito, pernas, asa, drumete dorso! Os pesos obtidos, apHs o abate, foramtransformados em percentagens em relaço ao peso deabate! Eara a an7lise estatística dos dados,considerou-se como unidade eperimental a ave! 4smdias foram comparadas pelo teste de 0ue! Resultados e discussão 4 converso alimentar at os 2' dias "0abela )(no foi afetada "p W #,#&( pelos níveis crescentes delevedura! Bsses resultados esto de acordo comJun.ueira et al  ! "'=98(, os .uais no observaramdiferenças significativas para essa vari7vel! Aantos et al  ! "'=88( observaram uma diminuiço no pesocorporal e na converso alimentar devido ao efeitolaativo da levedura! Eezzato et al  ! "'=82( e <endes et al  ! "'=82( verificaram .ue o nível de '#$ delevedura de vinhaça apresentou uma melhor converso alimentar! Ta"ela ).  <dias de desempenho de frangos de corte na faseinicial "' a 2' dias( FatoresGonsumo "gDave(Nanho de peso"g(Gonverso4limentar  +íveis de Qevedura "Q(# "$('292,28   a92,9'a',8= a & "$(''8,=b2#,98b',=' a '# "$(''3),#b2',)b',83aAeo "A(<achos''=2,'9   a&8,'9   a ',8'bF?meas'2#3,93   a'8,))'9 a  b',=)aGP "$(&,)'&,'89,'9 <dias seguidas de letras distintas diferem pelo 0este de 0ue "p   #,#'(% GP "$(Ccoeficiente de variaço Kuanto ao consumo de raço e ganho de peso,houve efeito significativo "pX #,#'(, observando-se ummenor consumo de raço como tambm um menor ganho de peso para os tratamentos com levedura!5ouve efeito significativo "pX #,#'( do seo comrelaço /s vari7veis ganhos de peso e conversoalimentar, apresentando melhores resultados para osmachos em relaço /s f?meas! 5ouve interaço entretratamentos e seos, mostrados na 0abela &! 5ouvediferença significativa "pX #,#'( dos tratamentos emrelaço ao consumo de raço e / converso alimentar  para os machos, sendo o tratamento com '#$ delevedura o melhor, en.uanto .ue para as f?meas otratamento com &$ de levedura mostrou-se superior!Bsses resultados esto de acordo com os encontrados por 6ernal e 6aio "'==&(! Ta"ela *.  :esdobramento da Lnteraço dos níveis de levedura Yseo para o consumo de raço "g( e converso alimentar parafrangos de corte fase inicial "' a 2' dias( Aeo +íveis de Qevedura# "$(& "$('# "$( Consumo de ração (g  (<achos'2),&&   a4'2==,&9a4'#3#,38b6F?meas'2=8,#'a4'#9),3b6'238,83a4 Conversão Alimentar  <achos',99b62,#a4','b6F?meas2,#3a4',99b62,#)a4 <dias seguidas de letras distintas, min;sculas nas colunas e mai;sculas nas linhas,diferem pelo teste de 0ue "p   #,#'( O consumo de raço na fase de engorda "0abela (no foi influenciado pelos níveis de levedura!Bntretanto, houve diferença significativa para o ganhode peso e converso alimentar, tendo o nível de '#$ proporcionado um desempenho inferior! Bssesresultados diferem dos encontrados por <endes et al  !"'=82(, os .uais observaram resultados superiores parao nível de '#$ de levedura! 5ouve interaço "0abela9( significativa "pX #,#&( entre tratamentos e seos para o consumo de raço, com as f?meas apresentandoum consumo de raço superior, no nível de '#$! J7 para as características de ganho de peso, as f?meas semostraram inferiores, no nível de &$ de levedura! Bmrelaço / converso alimentar, houve diferença entre osseos, com os machos apresentando uma melhor converso .ue as f?meas! Ta"ela +.  <dias de desempenho de frangos de corte na fase deengorda "22 a 3& dias( FatoresGonsumo"gDave(Nanho de  peso "g(Gonverso4limentar  +íveis de Qevedura "Q(# "$('=&),3#'#89,8a',82b& "$('8&8,#=8),8=b',89ab'# "$('8)9,23=2','2b',==aAeo "A(<achos'8=,'9'#'),)',8F?meas'899,2) =8','&',=2GP "$(&,98&,&,'' <dias seguidas de letras distintas, mai;sculas nas colunas diferem pelo teste de 0ue"p   #,#'(% GP "$(C coeficiente de variaço Ta"ela ,.  :esdobramento da Lnteraço dos níveis de levedura Yseo para o consumo de raço "g(, ganho de peso "g( e conversoalimentar para frangos de corte fase engorda "22 a 3& dias( Aeo +íveis de Qevedura# "$(& "$('# "$( Consumo de ração (g  ( 4cta Acientiarum! 4nimal Aciences<aring7, v! 2&, no! 2, p! 28&-2=', 2##3 32  <achos'==9,'& a4'=&&,) a4'93&,9) b6F?meas'='',)& a4'9',& b4'=&8,9'a4 Ganho de peso (g) <achos'#3,#9 a4'#&),38 a4=2,)8 a6F?meas'''2,3# a4='&,)' b6='&,9 a6 Conversão Alimentar  <achos',88 a4',82 a4',8= b4F?meas',99 a6',=2 a462,#= a4 <dias seguidas de letras distintas, min;sculas nas colunas e mai;sculas nas linhas,diferem pelo teste de 0ue "p   #,#&(  +a fase final "0abela 8(, o tratamento-testemunhafoi estatisticamente superior para o ganho de peso econverso alimentar, havendo interaço "0abela =(entre tratamentos e seos, tendo o nível de '#$ delevedura proporcionado a pior converso alimentar  para os machos! Bssa observaço difere da verificada por <endes et al  ! "'=82(, os .uais concluíram .ue onível de '#$ apresentou uma melhor conversoalimentar!Bm relaço ao período total, houve diferença "pX#,#'( entre os tratamentos para todas ascaracterísticas de desempenho estudadas, sendo .ue para consumo de raço e ganho de peso o tratamento-testemunha foi superior "0abela '#(! Bsses resultadosdiferem dos relatados por Aurdzhiisa et al.  "'=89(,citados por <uraami "'==3(, os .uais concluíram.ue as raç*es com &$ e '#$ de levedura foramsuperiores / testemunha, em relaço ao ganho de peso, porm no afetaram a converso alimentar!4 an7lise de varincia para consumo de raço e oganho de peso do período total apresentaraminteraço significativa "pX #,#'( entre tratamentos eseos mostrados na 0abela ''! Eara o consumo deraço, foram encontradas diferenças significativas "pX#,#'( em relaço ao seo, sendo .ue os machostiveram um menor consumo no tratamento com '#$de levedura! Bntretanto, no tratamento com &$ delevedura, as f?meas apresentaram um menor consumo! Eara o ganho de peso, foram observadosefeitos significativos "pX #,#'( apenas para otratamento com &$ de levedura, sendo os machossuperiores /s f?meas! Ta"ela .  <dias de desempenho de frangos de corte na fasefinal "3 a )2 dias( FatoresGonsumo"gDave(Nanho de  peso "g(Gonverso4limentar  +íveis de Qevedura "Q(# "$('&#3,9&),22a2,33b& "$('',8=)89,2ab2,)&b'# "$(''3,#3)2&,'b2,==aAeo "A(<achos'32,3)&#',=&2,F?meas''=3,38)83,#'2,&'GP "$(2&,2'2,99'2,82 <dias seguidas de letras distintas, mai;sculas nas colunas diferem pelo teste de 0ue"p   #,#'(% GP "$(C coeficiente de variaço Ta"ela .  :esdobramento da interaço dos níveis de levedura  seo para a converso alimentar para frangos de corte fase final "3 a )2 dias( Aeo +íveis de Qevedura# "$(& "$('# "$( Conversão Alimentar  <achos2,2&a62,3#a63,)&a4F?meas2,)'a42,#a42,&)b4 <dias seguidas de letras distintas, min;sculas nas colunas e mai;sculas nas linhas,diferem pelo teste de 0ue "p   #,#'( Ta"ela &/. <dias de consumo de raço "g(, ganho de peso "g( econverso alimentar para frangos de corte no período total "' a )2 dias( FatoresGonsumo"gDave(Nanho de  peso "g(Gonverso4limentar  +íveis de Qevedura "Q(# "$()&2#,82 423#9,29 4',= 6& "$()2'',33 62'#',9 62,## 46'# "$()'3',' 6'=,' G2,'# 4Aeo "A(<achos)3#',932'9,'3 4',=8 6F?meas)29),''2#93,=3 62,# 4GP "$(3,8)),##3,8= <dias seguidas de letras distintas, mai;sculas nas colunas diferem pelo teste de 0ue"p   #,#'(% GP "$(C coeficiente de variaço Ta"ela &&.  :esdobramento da Lnteraço dos níveis de leveduraY seo para o consumo de raço "g( e ganho de peso "g( parafrangos de corte período total "' a )2 dias( Aeo +íveis de Qevedura# "$(& "$('# "$(Gonsumo de raço "g(<achos)&32,'= a4))3,2# a43=#=,82 b6F?meas)&#=,) a43=&=,) b6)3&3,)' a4Gonverso 4limentar <achos2332,') a422)3,& a4'=&2,' a6F?meas2282,)' 4a'=&=,&= b6'=9=,9# a6 <dias seguidas de letras distintas, min;sculas nas colunas e mai;sculas nas linhas,diferem pelo teste de 0ue "p   #,#'( Ta"ela &'.  Mendimento de carcaça e as partes principais, em porcentagem, em relaço ao peso de abate FatoresGarcaça eviscerada"$(Es "$(Eescoço ScabeçaNorduraabdominalEeitoEernas4sa:rumet:orso 01veis de levedura# $99,&#3,9849,28','=2',2)'=,3#3,823,9='&,3'& $99,&'3,8469,3'',32',2)'=,23,9&3,9''&,9''# $99,&23,&969,2=',)#2#,39'8,=#3,933,82'&,=#Aeo "A(<achos99,9&3,99,28',32',38'=,#23,9&3,8#'&,&)F?meas99,3#3,89,3#',3#2#,&2'=,2#3,9=3,9)'&,9)0este FQ#,#2+A3,#ZZ#,#'+A2,3)+A#,8=+A#,9=+A',3#+A#,#+A#,39+AA',&2+A#,#)+A#,#2+A#,#9+A2,#'+A#,8=+A#,98+A#,&9+A#,'3+AQ  A#,#&+A3,#+A#,')+A#,')+A',)9+A#,3)+A#,'&+A#,&3+A#,)'+AG!P "$(',29),33&,&&'&,=9,'3,93,##&,&8=,#) GP "$(C coeficiente de variaço 4cta Acientiarum! 4nimal Aciences<aring7, v! 2&, no! 2, p! 28&-2=', 2##3 33
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