Método canguru e aleitamento materno: uma revisão integrativa da literatura nacional Kangaroo method and breastfeeding: an integrative review of national literature

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Objetivo: Objetivou-se obter um panorama de estudos empíricos nacionais que discutam a prática do aleitamento materno durante a realização do Método Canguru (MC). Materiais e Métodos: Os dados provem de uma revisão integrativa de literatura

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   ________________________________________________________________________________________________ Revista Ciência & Saúde, Porto Alegre, v. 7, n. 1, p. 35-46, jan./abr. 2014 35   ARTIGO DE REVISÃO Método canguru e aleitamento materno: uma revisão integrativa da literatura nacional Kangaroo method and breastfeeding: an integrative review of national literature Danielle da Costa Souto 1 , Márcia Elisa Jager 2 , Amanda Schreiner Pereira 3 , Ana Cristina Garcia Dias 4   RESUMO Objetivo:  Objetivou-se obter um panorama de estudos empíricos nacionais que discutam a prática do aleitamento materno durante a realização do Método Canguru (MC). Materiais e Métodos: Os dados provem de uma revisão integrativa de literatura nacional. A busca foi realizada em quatro bases de dados nacionais interdisciplinares: Biblioteca Virtual de Saúde, Scielo, Scielo Brasil e Pepsic. Foram realizados cruzamentos triplos entre os descritores “aleitamento materno”, “método canguru”, “amamentação”, “mãe canguru” e “humanização da assistência”.  Resultados:  Nos estudos encontrados investigaram-se vivências, percepções e experiências da prática do aleitamento materno durante o MC; sua relação com o desmame; as técnicas de aleitamento e o reflexo de sucção desenvolvido durante o método, bem como sua relação com o aleitamento materno no crescimento e ganho de peso do recém-nascido prematuro. Os principais resultados apontam: a importância do contato pele a pele durante o MC e das representações sociais vinculadas ao leite e aleitamento materno; a necessidade de desenvolvimento de técnicas e complementação alimentar durante o método e a atenção aos fatores que influenciam no desmame ou prolongamento da amamentação. Conclusão:  Entre as conclusões, destaca-se a necessidade de pesquisas que investiguem aspectos psicológicos e suas variáveis no MC, além dos físicos e biológicos. São escassos os estudos sobre a experiência materna malsucedida, por diferentes motivos, na prática da amamentação durante o MC. Atenta-se para a necessidade de disseminação do modelo hegemônico de maternidade que atravessa a experiência feminina. Palavras-chave:  método canguru; aleitamento materno; humanização da assistência; revisão.  ________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT Objective:   It was aimed at getting an overview of national empirical studies that discuss the breastfeeding practice during the implementation of Kangaroo Method (KM). Materials and Methods:   Data comes from an integrative review of national literature. The search was carried out in four national interdisciplinary databases: Virtual Health Library, SciELO, SciELO Brazil and Pepsic. Triple crosses were performed between the descriptors "breastfeeding", "kangaroo method", "breast-feeding", "kangaroo mother" and "humanization of assistance". Results:   In the studies found, some aspects were investigated such as, the experiencing acts, perceptions, and experiences of breastfeeding practice during KM; its relation with weaning; the breastfeeding techniques and the sucking reflex developed during the method, as well as its relation with the breastfeeding in the growth and weight gain of the preterm infant. The main results show: the importance of skin-to-skin contact during the KM and the social representations related to milk and to breastfeeding; the need for developing techniques and food supplementation during the method and attention to the factors that influence on weaning or on the lengthening of breastfeeding. Conclusion: Among the conclusions, it is highlighted the need for researches which investigate psychological aspects and their variations in the KM, besides the physical and physiologic aspects. Studies about failing mother experiences are scarce, for different reasons, in the breastfeeding practice during the KM. It is observed the need for the dissemination of the hegemonic model of maternity which lies across the female experience. Keywords: kangaroo method; breastfeeding; humanization of assistance; review. 1 Psicóloga. Especialista em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Discente do Programa de Pós Graduação em Psicologia, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). 2 Psicóloga. Mestre em Psicologia da Saúde pela UFSM. Especialista em Gestão de Pessoas e Marketing pelo Centro Universitário Franciscano, Santa Maria. 3 Psicóloga. Mestre em Distúrbios da Comunicação Humana pela UFSM. Docente na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Santa Maria. 4 Psicóloga. Doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento pela Universidade de São Paulo. Docente no Programa de Pós Graduação em Psicologia (UFSM).  Método canguru e aleitamento materno...  Souto DC et   al.    ________________________________________________________________________________________________ 36 Revista Ciência & Saúde, Porto Alegre, v. 7, n. 1, p. 35-46, jan./abr. 2014   INTRODUÇÃO Dados do Ministério da Saúde revelam que, em todo mundo, nascem anualmente 20 milhões de crianças prematuras e com baixo peso, sendo que um terço destas morrem antes de completar um ano de vida 1 . No Brasil, a principal causa de mortalidade infantil em crianças prematuras e de baixo peso ao nascer são as afecções perinatais, que compreendem problemas respiratórios, asfixia ao nascer e infecções. Em decorrência disto, o Brasil vem construindo uma nova visão sobre o assunto  –  a da atenção humanizada à criança, à mãe e à família 2 . A humanização do nascimento deve ser iniciada já no acompanhamento pré-natal e persistir até o período pós-parto. O acompanhamento pré-natal, comumente, se caracteriza por, no mínimo, seis consultas de acompanhamento, exames laboratoriais e atividades educativas juntamente a outras gestantes. No que se refere ao período pós-parto, é comum que as ações envolvam a garantia de condições hospitalares (físicas, ambientais e humanas) adequadas, capacitações e treinamento profissional para garantir a segurança técnica da equipe multidisciplinar. Em relação especialmente ao papel da equipe multidisciplinar, destaca-se sua responsabilidade pela assistência ao recém-nascido e pela aproximação, o quanto antes possível, entre mãe e o bebê 1,2,3 . Esta aproximação é importante para o fortalecimento do vínculo afetivo, bem como para estimular o reflexo de sucção ao peito, necessário ao desenvolvimento do aleitamento materno. Quando o nascimento é prematuro, a equipe também deve garantir o acesso aos cuidados especializados necessários para a atenção humanizada ao recém-nascido de risco 4,5 . A prática de cuidados humanizada com a mãe e o recém-nascido prematuro ou de baixo peso proporcionou a implantação do MC no Brasil, em 1991. A primeira instituição brasileira a aderir a esta proposta foi o Hospital Guilherme Álvaro, localizado na cidade de Santos, São Paulo. Dados do Ministério da Saúde não indicam informações atualizadas sobre o número de hospitais brasileiros que contam com o MC. A última informação data de 2009, quando existiam 328 hospitais com equipes capacitadas para desenvolver o método. Mas destaca-se que o MC pode ser implantado em todos os hospitais que tenham acesso às normas gerais da técnica e recursos necessários para a adoção do método 6,7,8,9 . O MC é um sistema que permite o contato pele a pele entre a mãe e o bebê prematuro, oportunizado através de uma faixa de sustentação que envolve o bebê ao corpo da mãe, em posição vertical. Este método apresenta algumas vantagens em relação ao método tradicional (incubadora) de cuidado aos bebês prematuros ou de baixo peso ao nascer. A principal delas é o aumento do vínculo mãe e filho devido ao menor tempo de separação entre ambos e a exposição prolongada do bebê à estimulação sensorial. Isso possibilita a ocorrência frequente do aleitamento materno (em casos nos quais é possível a prática da amamentação), pois oferece à mãe a possibilidade de se sentir mais segura para amamentar o filho, mesmo após a alta hospitalar. Essas experiências são menos frequentes através da utilização do método tradicional 1,8,9 . O MC deve acontecer em três etapas: em um primeiro momento, o bebê, logo após o nascimento, é internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Durante sua internação, a mãe e familiares recebem informações sobre as condições de saúde do bebê, os procedimentos hospitalares que estão sendo realizados e as orientações sobre a amamentação e os cuidados que se deve ter com o recém-nascido prematuro. Nesta etapa é importante estimular os pais a terem contato tátil com o filho para estimular a criação do vínculo físico e afetivo entre familiares e prematuro 1,9 . Em um segundo momento, em casos onde o recém-nascido se encontra com a saúde mais estabilizada e já apresenta ganho de peso, ele pode ser transferido da UTIN para um alojamento/enfermaria conjunto (a) ou unidade de cuidado canguru. Neste local poderá ser iniciado o MC. A participação da mãe acontece através da posição canguru (bebê envolto ao corpo materno). A mãe receberá algumas instruções e poderá aprender a identificar as alterações que poderão ocorrer com a criança, como pausas respiratórias, mudanças de coloração de pele, entre outras. É importante destacar  Método canguru e aleitamento materno...  Souto DC et   al.    ________________________________________________________________________________________________ Revista Ciência & Saúde, Porto Alegre, v. 7, n. 1, p. 35-46, jan./abr. 2014 37   que para a realização adequada do MC, a mãe deve renunciar parte de suas responsabilidades diárias, visto que deverá passar uma parcela significativa do seu tempo junto ao hospital. Com isto, podem ocorrer alterações na rotina, mudanças de papéis e reestruturação na dinâmica familiar. Por estes motivos, quando a equipe de saúde reconhece o MC como uma estratégia interessante para o desenvolvimento do bebê, a mãe e os familiares devem estar disponíveis para investir no processo 1,7,10 . A terceira etapa do método ocorre na casa da família, após a alta hospitalar. É importante destacar que para ter alta do hospital, o bebê deve pesar no mínimo 1.500g e ter a capacidade de sucção exclusiva no peito (nos casos onde é possível a mãe amamentar). A partir disso, o acompanhamento passa a ser ambulatorial e periódico, até que o bebê atinja o peso de 2.500g. Este acompanhamento consiste na realização de exames físicos e verificação do andamento do desenvolvimento da criança 1,3,9 . Um aspecto valorizado e estimulado durante o MC é o processo de aleitamento materno. Isto porque, nas condições de prematuridade, o leite torna-se um forte aliado para a recuperação do bebê, auxiliando no seu desenvolvimento biológico e psicológico. Ao se colocar o bebê em posição canguru, fazendo contato com o corpo da mãe, ele encontrará o seio materno. O ato de prover o leite ao bebê através do seio promove ganhos físicos e psíquicos. No que se refere aos ganhos físicos, destaca-se que o leito humano é uma das principais formas de contribuição para o desenvolvimento e crescimento da criança, principalmente para as crianças que apresentam baixo peso ao nascer e/ou são prematuras. Especialmente neste contexto, o leite possui um valor nutricional superior a qualquer outro tipo de leite, funcionando como fonte de alimento e de proteção contra doenças 11 . Já no que se refere aos ganhos psíquicos, destaca-se que a prática da amamentação é uma das principais formas que auxilia na formação do vínculo afetivo entre a mãe e o filho. Este vínculo é importante que se estabeleça, pois o desenvolvimento físico e psicológico da criança será influenciado por estes primeiros contatos entre mãe e bebê, proporcionando uma importante estimulação afetiva e cognitiva para a criança 12,13 . A partir do exposto sobre a relação entre o MC e o aleitamento materno, o presente estudo busca identificar a área do conhecimento predominante e o que vem sendo investigado por pesquisas nacionais sobre a prática da amamentação durante o MC e os principais resultados encontrados. Identificar a área do conhecimento predominante em pesquisas nacionais sobre MC é importante na medida em que se terá um “estado da arte” sobre o tema. Internacionalmente, o M C e sua relação com o aleitamento materno é amplamente discutido e divulgado no meio científico, o que foi identificado através de uma busca no Portal de Periódicos da Capes e no PsycINFO. Entretanto, nacionalmente, pesquisas sobre a temática ainda precisam avançar, uma vez que a implantação do MC em algumas localidades e hospitais brasileiros ainda encontra-se em processo de instauração. Neste sentido, o mapeamento de estudos brasileiros que discutam o MC e sua relação com o aleitamento materno permite identificar as áreas expoentes e as possíveis carências teóricas que poderiam auxiliar no entendimento sobre a temática e avançar nos processos que envolvem o MC. Já a identificação de objetivos e resultados dos estudos pode auxiliar na percepção geral sobre o que já foi pesquisado e os principais resultados apontados pelas pesquisas. Com isto é possível identificar problemas de pesquisa pouco discutidos ou que ainda não foram explorados pela literatura nacional, uma vez que esta vem se mostrando deficiente em estudos na área. Esta identificação pode revelar temas potenciais para futuras pesquisas e novos achados. MATERIAIS E MÉTODOS Realizou-se, durante o mês de agosto de 2012, uma revisão integrativa da literatura nacional publicada entre os anos de 2002 a 2012 sobre a prática do aleitamento materno durante a realização do MC. A busca foi realizada em quatro bases de dados nacionais interdisciplinares: Biblioteca Virtual de Saúde (http://regional.bvsalud.org/), Scielo (http://www. scielo.org/) Scielo Brasil (http://www.scielo.br/) e Pepsic  Método canguru e aleitamento materno...  Souto DC et   al.    ________________________________________________________________________________________________ 38  Revista Ciência & Saúde, Porto Alegre, v. 7, n. 1, p. 35-46, jan./abr. 2014   (http://pepsic.bvsalud.org/). Foram realizados cruzamentos triplos entre os descritores “aleitamento materno”, “método canguru”, “amamentação”, “mãe canguru” e “humanização da assistência”. Estes descritores foram escolhidos com base na busca nos Descritores em Ciências da Saúde - DeCs (http://decs.bvs.br/) e pela frequência com que são utilizados em artigos sobre a temática. Para os estudos encontrados nas bases de dados serem incluídos na análise, utilizaram-se os seguintes critérios: estar em formato de artigo, ser nacional, empírico, estar publicado na íntegra e na última década e apresentar como objetivo principal a discussão sobre a prática do aleitamento materno durante a realização do MC. Excluíram-se todos os estudos que não respondiam a estes critérios. Para análise dos artigos foi necessária organização prévia do material, na qual todos os artigos selecionados foram inicialmente compilados para leitura completa e posterior registro em três eixos: (1) área de conhecimento, (2) objetivos e (3) principais resultados. O material foi analisado através da técnica de análise de conteúdo temática, conforme proposta de Bardin 14 . RESULTADOS No total, foram encontrados 159 artigos relacionados ao tema do aleitamento materno durante a prática do MC: a base de dados Biblioteca Virtual de Saúde recuperou o total de 88 estudos; a base de dados Scielo forneceu um total de 61 artigos; a busca na base de dados Scielo Brasil recuperou 10 artigos e na base de dados Pepsic não foram recuperados artigos sobre o tema. Dos 159 estudos recuperados nas quatro bases de dados, 124 artigos apareciam em duas ou mais bases de dados (duplicados). Neste sentido, consideraram-se apenas os estudos que apareceram pelo menos uma vez nas bases consultadas, ou seja, 35 artigos. Dos 35 artigos selecionados, dois estudos haviam sido publicados há mais de dez anos, dois foram desenvolvidos no exterior, cinco se referiam a revisões de literatura, cinco possuíam acesso restrito ao texto completo e 11 não tinham como objetivo discutir a prática do aleitamento materno durante a realização do MC. Após a etapa de exclusão dos artigos, a análise final contou com 10 artigos, os quais continham como objetivo discutir sobre a prática do aleitamento materno durante o MC. Os resultados foram organizados a partir dos três eixos temáticos definidos: área de conhecimento, objetivos e principais resultados (ver tabela 1  –  Apresentação dos Resultados). Esta sistemática de apresentação dos resultados oportuniza um panorama geral da área do conhecimento predominante, dos objetivos e dos principais resultados encontrados em estudos nacionais sobre a prática da amamentação durante o MC publicados na última década. Área de conhecimento A análise da área de conhecimentos nas quais os estudos estavam vinculados demonstra que três deles foram desenvolvidos por pesquisadores da Medicina 15,16,17 ; quatro da Enfermagem 18,19,20,21 ; dois da Fonoaudiologia 22,23 e um deles da Fisioterapia 24 . Todos os estudos vinculavam-se à área das Ciências da Saúde. Objetivos Os objetivos foram organizados nas quatro categorias descritas na tabela 1. Cada categoria aborda o número de artigos encontrados e as especificações das características dos objetivos dos estudos. A prática do aleitamento materno durante a realização do MC Esta categoria congrega cinco estudos que apresentam objetivos semelhantes. Um deles 21  buscou identificar as representações sociais de mães sobre o aleitamento materno dos bebês pré-termo, em uma unidade de cuidado canguru (segunda etapa do MC). Outro estudo 24  avaliou eficácia do conhecimento adquirido pelas mães sobre a amamentação exclusiva no contexto do MC na pré a pós-alta. Outros três estudos 15,19,20 buscaram compreender, conhecer e diferenciar as percepções, experiências e vivências entre mães em processo de aleitamento materno exclusivo de seus filhos prematuros em momentos distintos: diferenciação no aleitamento  Método canguru e aleitamento materno...  Souto DC et   al.    ________________________________________________________________________________________________ Revista Ciência & Saúde, Porto Alegre, v. 7, n. 1, p. 35-46, jan./abr. 2014 39   TABELA 1  –  Apresentação dos resultados. materno no intervalo entre o 4º e o 6º mês de vida do bebê e entre mães que não optaram pela prática do MC 15 ; as dificuldades maternas durante a prática do método na unidade/alojamento canguru 19  e durante a internação hospitalar do bebê 20 . A relação do MC com o desmame Esta categoria apresenta dois estudos com objetivos similares. Estes estudos procuraram mostrar a prevalência, as variáveis maternas e as causas de desmame em recém-nascidos participantes do MC. Para tal, identificou-se a ocorrência do desmame precoce em uma maternidade escola e os fatores que influenciaram no desmame durante a internação e após a alta hospitalar (segunda e terceira etapa do MC) de uma maternidade pública 22 . Também se buscou identificar, em ambos os períodos, os fatores para futuras intervenções no desmame: aprimoramento das técnicas envolvidas no MC e atendimento ao recém-nascido prematuro 16 . Técnicas de amamentação e o reflexo de sucção desenvolvido durante o MC Dois estudos ilustram essa categoria. Um deles 17  buscou comparar o processo de sucção em bebês prematuros durante a segunda etapa do MC daqueles que não foram submetidos às técnicas de amamentação oferecidas pelo método. Já outro estudo 23  avaliou o manejo do copinho (técnica de oferta de leite materno) por mães que estavam no alojamento conjunto (segunda etapa do MC), analisando os fatores que contribuem para a administração adequada da técnica. Área de Conhecimento Ciências da Saúde Medicina 15,16,17 Enfermagem 18,19,20,21 Fonoaudiologia 22,23 Fisioterapia 24 Objetivos Categorias Especificações A prática do aleitamento materno durante a realização do MC 15,19,20,21,24   Vivências, percepções e experiências da amamentação durante o período em que as mães participaram do método.   A relação do MC com o desmame 16,22   Fatores que podem interferir no desmame de bebês prematuros em MC durante a internação e após a alta hospitalar.   Técnicas de amamentação e o reflexo de sucção desenvolvido durante o MC 17,23 Recursos que podem auxiliar na sucção do bebê prematuro durante o MC A relação entre o MC e aleitamento materno e ganho de peso do recém-nascido 18 Amamentação e ganho de peso de bebês prematuros participantes do MC. Principais Resultados dos Estudos Categorias de Resultados Especificações A importância do contato pele a pele e as representações sociais do aleitamento materno e do leite materno por mães em MC 16,19,20,22,24 Significado do aleitamento materno e do leite materno para as mães e da estimulação do contato pele a pele oferecida durante o MC. Técnicas e complementação alimentar durante o MC 18,21,24 Técnicas (uso do copinho) utilizadas para a alimentação (amamentação indireta  –  leite materno oferecido ao bebê através de técnicas específicas) do recém-nascido prematuro. Fatores que influenciam no desmame ou no prolongamento da amamentação por mães que participaram do MC 16,22 Fatores que podem influenciar na ocorrência ou não do desmame precoce e na continuidade da amamentação antes e depois da alta hospitalar.
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